Introduzindo-lhe

Oi.

Eu sou o Aurelio e esta é minha página pessoal dentro do meu site pessoal. Isso significa que aqui há muitas informações inúteis e irrelevantes, que não mudarão a sua vida.

Mas, se você está aqui, é porque tem tempo de sobra e não está afim de ser produtivo no momento. Então relaxe e aproveite.

Exemplos de vida e fontes de inspiração:
Beavis Seu Madruga Homer Simpson

Raio-X

Nasci em Curitiba, moro em Matinhos, tenho 30 anos, me formei em Eletrônica e Informática. Também me chamam de Lelo, Miojo e Verde. Tenho cara de piá de 18 anos, sou magrela, cabeludo e tatuado. Os pais das moças não me consideram um bom partido numa primeira olhada, mas depois descobrem que não sou um maloqueiro. Trabalhei durante muitos anos com Linux na Conectiva e fui um nerd produtivo: criei softwares, escrevi textos técnicos, livros, dei palestras e cursos. Hoje estou de férias disso tudo. Curto muito viajar, sou baterista de banda de hardcore e praticante de esportes: surfe, ciclismo, carveboard, escalada e bumerangue. Não uso drogas, cigarro, álcool, jeans, tênis, sunga e óculos escuros. Caso tenha interesse, as novidades sobre minha existência estão no Blog. Tem aquele tal de Orkut também. Como você já deve ter percebido, eu não sou o Aurelio do dicionário.

Jogo Rápido

Aurelio Marinho Jargas, nascido em Curitiba em 07 de Outubro de 1977, mora em Matinhos (litoral do PR), não bebe, não fuma, não se droga, baterista, tocou nas bandas de hardcore DUMBS, SCARECROW, VALETA, NO SNACKS e CORRERIA HC, brinca de surfe, escalada, sandboard, carveboard e bumerangue, tem todo o pé esquerdo tatuado com uma raiz e as costas com uma garra de monstro, durante 4 anos teve uma TOYOTA Bandeirante 89 e com ela foi 2 vezes para o Deserto do Atacama (Chile), hoje tem um Fiat Uno 96, formado técnico em Eletrônica pelo CEFET-PR em 1996, formado Tecnólogo em Processamento de Dados pela Faculdade ESEEI em 2000, entrou na empresa Conectiva em 1997 e lá trabalhou com Linux até mudar-se para Florianópolis (Praia de Canasvieiras) em 2002, então trabalhou com soluções POS na Techlink por um ano, depois voltou para Curitiba e para a Conectiva, tendo trabalhado na empresa até o fim de 2005, programador de Software Livre, manja de Sed, Bash, Python, PHP, AppleScript, SQL, CGI, HTML, filtros, conversores, tradutores, disponibiliza gratuitamente na Internet os programas que cria, escreveu artigos para a Revista do Linux e a Linux Magazine, escreveu um livro sobre Expressões Regulares e outro sobre Shell Script, deu cursos e palestras técnicas em eventos de Linux pelo Brasil, começou na informática usando Windows 3.11 em 1994 aos 17 anos, depois passou pelo Windows 95, 98, Linux, Windows 2000 com Cygwin, Linux no PPC e hoje usa o Mac OS X da Apple, usou Internet discada até 2006, seu e-mail é do Yahoo! Gmail e edita textos e programas com o Vim TextMate.

Massa / Palha

massa
  • hardcore, punkrock, pop rock, *metal, bandas nacionais e locais
  • sandália franciscana de couro, bermuda de calça cortada, camisetas sem estampa e em cores fortes (vermelhão, amarelão, azulão), bota tosca de couro cano alto, calça de moletom, blusa com zíper na frente
  • macarrão ao sugo, strogonofe, suco natural, batata frita, melancia, sorvete
  • câmera fotográfica digital, iBook, monitor LCD, linha de comando do UNIX/Linux, Mac OS X, Vim, TextMate, sed, Bash, Python, ImageMagick, WindowMaker, Mozilla, Xgalaga, XLogical, Super Mário, Street Fighter II, Cygwin, Bloco de Notas, MP3, internet grátis, Yahoo!, Apple, SourceForge, FreshMeat
  • Toyota Bandeirante, Troller, Nissan Frontier, Berlingo com teto solar, Twingo, Gurgel BR800, Caminhões, Tratores, Escavadeiras
  • família, amigos sinceros, cachorros, internet, tatuagem, joguinhos, skate, surfe, sandboard, bicicleta barraforte, 1 e 99, cinema, banheiro com assento fofinho, chuveiro a gás, mar, areia, vento
  • andar descalço, pegar jacaré, andar na pedra, subir montanhas à pé, fazer shows, programar, esquecer das coisas, usar ferramentas, fazer avião de papel, viajar, aprender e ensinar, se encontrar com os amigos, tocar bateria, consertar as coisas, dirigir, preservar a natureza

palha
  • pagode, samba, MPB, blues, jazz, tuxi-tuxi, reggae, sertanejo romântico, ...
  • óculos de sol, tênis, sapato, calça jeans, gravata, sunga, shorts, meia branca, relógio de pulso
  • chicletes, bucho, moela, língua, órgãos, pimentão, feijoada, frutos do mar
  • mouse, páginas fru-fru, "programadores" HTML e XML, teclados com teclas-extra inúteis (Power, Sleep, ...)
  • Ford Ka, Mercedez Classe A, Xsara Picasso
  • álcool, fumo, drogas, moda, piercing, anos 80, banco, cartório, cheque, telefone celular, piscina, fumantes porcos e mal educados, asnos volantes, lixo na natureza
  • colocar cortina, acordar tarde, esquecer das coisas, se atrasar, gastar dinheiro, muitos e-mails para responder

Trabalho, trabalho, trabalho...

  1. Meu primeiro emprego foi de estagiário no CELEPAR em 1997. O CELEPAR é quem cuida dos computadores, rede e sistemas do governo paranaense. Fiquei lá 6 meses comendo moscas, brincando no CorelDraw, "instalando a internet" para os órgãos públicos do estado e aprendendo a odiar o Lotus Notes.

  2. Depois entrei como estagiário na Conectiva, uma empresa de informática de Curitiba pioneira no sistema operacional Linux no Brasil, que além de fazer o Conectiva Linux, também editava a Revista do Linux e presta todo tipo de serviços a clientes com Linux. Depois de 5 meses fui contratado e trabalhei lá por mais 4 anos (out1997-abr2002) fazendo de tudo: programação, documentação, treinamento, tradução, suporte, implantação, chefia... Só faltou fazer o cafézinho :)

  3. Depois consegui uma vaga em Florianópolis e me mudei de mala e cuia pra lá. Trabalhei na empresa TechLink durante um ano (mai2002-jun2003). Lá eu fui para programar e trabalhar com documentação, mas também acabei ganhando "de brinde" o servidor e brinquei de Administrador de Sistemas.

  4. Depois a Techlink ficou mal e eu fiquei solto :) Por incentivo de amigos montei um curso de 40 horas sobre Shell Script e fui pra São Paulo ministrá-lo na empresa 4Linux (set2003). Gostei da idéia e comecei a dar cursos e palestras em eventos.

  5. Nesse meio tempo, fui chamado de volta pela Conectiva e voltei para Curitiba (out2003). Seguindo a tradição, continuei sendo multiuso: programação, documentação, treinamento, ... Fiquei na empresa até Setembro de 2005.

  6. Mudei-me então para a praia em Janeiro de 2006 e hoje vivo uma vida mais simples e tranqüila, escrevendo livros e programas, atualizando o site e contando histórias no blog.

Mais detalhes no currículo.

FUTURO: Tenho uma meta pessoal de não estar mais trabalhando com Informática ao completar 35 anos de idade. Gosto de programar e de usar a máquina, mas não quero que esta seja minha atividade principal para o resto da vida. Vou encontrar outra profissão, uma que o computador não seja o foco do trabalho. Meu objetivo hoje é me empenhar ao máximo nas atividades nerds e chegar o mais alto que conseguir, pois tem prazo de validade. Qual será a profissão nova? Não sei, mas tenho uma certeza (uma fé) que ela virá de maneira natural.

Computador

Nunca fui ligado em hardware, se a máquina funcionasse estava bom. Mas infelizmente isso era um sonho distante, sempre dava algum pau e lá ia eu abrir o gabinete para tentar arrumar. Então passei a odiar hardware. Algo que me tira do sério também é o barulho insano das ventoínhas, cada vez mais alto. Entrei em paz com hardware depois de comprar um iBook (foto). Simplesmente funciona e é mudo.

software eu sempre fui usuário entusiasmado e apaixonado. Sempre gostei de fuçar todas as configurações e opções, aprendendo o máximo possível. Não gosto muito de mudar, se o que eu uso está bom, não tenho interesse em testar um similar. As mudanças geralmente ocorreram por causa da mudança de sistema operacional.

Segue a lista dos meus programas preferidos em cada sistema:

Windows Linux Modo Texto Linux Gráfico Mac OS X
Shell MS-DOS Bash
Editor de textos Bloco de Notas Vim TextMate
Processador de textos Write, Word - OpenOffice Pages, NeoOffice
Editor de desenhos Paint (Paintbrush) ImageMagick + Vim (arquivos XPM) Xpaint, Xfig Inkscape, VectorDesigner
Editor de fotos MS Photo Editor ImageMagick (convert, montage) ImageMagick (display) Preview, ImageWell, Pixelmator, sips
Navegador Netscape lynx Firefox Safari
ICQ/MSN/etc ICQ licq Gaim Adium
Cliente de IRC - BitchX X-chat Colloquy
Leitor de e-mail - PINE Gmail Browser
Tocador de MP3 - mpg123 iTunes
Outros Cygwin, Joguinhos screen, SVGATextMode, zgv, mpage, wvdial Window Maker, mgp, mplayer, Xgalaga, wvdial iCal, Address Book, iPhoto, iMovie, Quinn, Transmission, Rudix, LiquidCD, Billable
Outros (Multiplataforma) bc, cal, diff, file, find, funcoeszz, grep, htmldoc, MAME, ncftp, PHP, Python, rsync, ScummVM, sed, ssh, tar, tree, txt2tags, wget, zip

Diversão

dirigir

Não sei, não consigo explicar porque, mas gosto muito de dirigir. Acho que trabalharia de motorista com o maior prazer. Posso viajar durante horas sem ficar saturado. No último dia da viagem ao atacama, rolou 16 horas de direção contínua num Pelotas-Curitiba pra chegar logo em casa. E quanto mais dirigo, mais gosto disso.

Meu primeiro carro foi um GOL 91 verdinho a álcool. Muito massa. Altas viagens com ele. Depois por influência do meu primo Júnior que tinha comprado um Jipe Willys, comprei um Lada Niva 91 para experimentar esse lance de carro 4x4. Gostei tanto que juntei dinheiro e finalmente comprei o carro dos sonhos: Toyota Bandeirante 89. Após 4 anos de união, troquei-a por um Uno 96.

Talvez a liberdade de se ir onde quiser, quando quiser; talvez a velocidade; talvez o barulho do motor; talvez a acústica da sonzeira no toca-fitas; talvez a sensação de poder aparente; talvez uma infância de carrinhos "match-box" e "rolimãs".

jogos

Não fumo, não bebo álcool, não uso drogas. Mas sou viciado em jogos. Qualquer tipo de jogo: cartas, roleta, infantis, fliperama, videogame, palitinho, bolinhas de gude, dominó, xadrez, dama, trilha, sobe-desce, palavras cruzadas, forca, pebolin, qualquer coisa que tenha regras e objetivos e se jogue sozinho (ou contra um adversário).

Mas tem que ser individual, esse negócio de jogar em equipe ou times não é a minha praia, detesto depender dos outros para fazer as coisas, imagina depender dos outros para se divertir! Na minha adolescência, o fliperama consumiu a maior parte da minha grana, e o videogame meu tempo livre. É difícil evitar, é pôr qualquer tipo de jogo besta na minha frente e me ver entretido por horas...

Por falar em videogame, a fissura era tanta que sempre alugava dois jogos por final de semana e não saía da frente da tevê enquanto não terminasse os dois, em todos os níveis de dificuldade (Easy, Normal, Hard) e sem usar o Continue. Às vezes eu não conseguia, aí tinha que alugar o mesmo jogo de novo no próximo final de semana. Nerd é uma m* mesmo... Não acredita? Eu anotava tudo, aqui está a lista dos jogos que eu terminei :D

surfe

Surfo desde criança, primeiro com uma pranchinha de surfe de isopor, depois com uma "mórei" de isopor, depois com uma "mórei" de verdade (acho que era da Scott). Como eu tentava ficar em pé nelas, todas quebraram no meio.

Então a próxima foi uma de surfe de verdade, marca Sun&Surf, 5'11", chapada, linda, acho que aí eu tinha uns 14 anos. Esse toco me acompanhou durnte mais de 10 anos. Nesse meio tempo tive mais 2 Hatha (hoje Canfield) feitas em Matinhos (PR), uma 6'3" e outra 6'6". Ambas quebraram, a última em 3 partes (cara prego é uma desgraça...). Lá por 2000 comprei a 6'5" do amigo João Cláudio e ela me acompanha até hoje. Está irreconhecível: amarelada, cheia de malhos, bem judiada a coitada. Mas enquanto não quebrar no meio, não a aposento.

Sempre surfei em Matinhos e Caiobá, praias palhas do litoral paranaense. Ah! Foi surfando que conheci o Nissin, guitarrista do DUMBS, amigão. Enquanto estudava no CEFET, era comum juntar a galera e ir até alguma praia de Santa Catarina, como São Francisco do Sul (São Chico) ou Guarda do Embaú.

Depois me mudei pra Floripa e achei que ia ficar bom no negócio. Pffffff. Em quase dois anos de ilha, surfei incríveis DUAS vezes. É difícil de acreditar e impossível de explicar. Simplesmente aconteceu. Os dias passaram, as semanas, os meses...

Mas não se engane, após todos esses anos surfando ainda sou prego. Domino toda a logística (remar, se posicionar, escolher a onda, dropar, grudar na parede). Mas manobra que é bom, nada :D

skate

Lembra daqueles esqueites do paraguai, "Pro Life", com saboneteira, biqueira, protetor de truque, uma lixa para cada pé, tábua reta? Pois é. Na infância eu e meus primos (o Júnior e o Ângelo) nos acabávamos de andar.

Passou a infância, acabou a febre do esqueite. Mais recentemente, no início de 1999, criei vergonha na cara e comprei um usado, e andava (ou melhor, tentava) quando ia para a praia, porque lá tinha uma pistinha massa. Em Curitiba, raramente andava.

Sei lá, é difícil eu ter tesão de sair andar de esqueite. Deve ser porque eu sou um completo iniciante e até hoje não sei nem bater ollie (ou algo parecido)... Já o carveboard é outra história (adiante).

sandboard

Ou "surfe de areia" para ficar melhor. Numa das viagens a São Chico com a galera do CEFET, no carnaval de 1997, compramos uma pranchinha (um toco!), pois lá tem umas duninhas... Tá certo que era mala ficar dividindo a prancha para 5, 6 pessoas, mas ainda não existiam as barraquinhas de alugar prancha.

Teve um dia que apareceu um capô de Chevette na duna que o pessoal estava usando como rampa, foi muito massa (e cheio de hematomas). O único porém é que o grau de inclinação da rampa era muito acentuado! Resultado: a rampa te jogava para cima, numa trajetória vertical em direção ao céu :) Ao cair na areia feito um saco de batatas, os machucados apareciam instantaneamente.

Já fui também nas dunas da Joaquina-SC e de Garopaba-SC. Em Garopaba o esquema era chique: tinha boteco com chuveiro na base e iluminação, ficamos surfando de noitão no carnaval de 1999, foi massa. No 7 de setembro de 1999, fomos em uma turma para o sul e passamos na Barra do Ibiraquera-SC (ou coisa parecida) que tinha um dunão de uns 30 metros! Animal. Com a mudança para Floripa, surfar nas dunas da Joaquina virou rotina, muito massa.

Até levei a pranchinha pro Atacama, mas as dunas de lá são de uma areia mais grossa e não rolou :(

carveboard

Brinquedinho novo, comprado com a venda das apostilas de Shell. É um esqueitão com rodonas de borracha, com câmara de ar e tudo mais. A sensação é a mesma do surfe, na cavada e no jogo de corpo, porém sem depender de ondas ou viagens, apenas asfalto e uma leve descida. É muito massa.

Outros amigos também têm o carrinho, então final de semana de sol em Curitiba é uma boa pedida para um carve. Tem fotos e vídeos de nossas brincadeiras aqui nessa outra página.

Citações Marcantes

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