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3.1. Como ele funciona

O SED funciona como um filtro, por onde você passa um texto X e ele joga na saída um texto Y.

O texto X virou Y seguindo algumas regrinhas que você determinou.

Pense no SED como um processador de alimentos, dependendo da lâmina utilizada, a batata sai cortada de uma maneira diferente &:)

3.2. Sua sintaxe

A sintaxe genérica de um comando SED é:

sed [opções] regras [arquivo]

Sendo que regras tem a forma genérica de:

[endereço1 [, endereço2]] comando [argumento]

3.2.1. Exemplo

Como notação tradicional, o que está [entre colchetes] é opcional, então a sintaxe SED mais simples que existe é sed regra como em:

prompt$ cat texto.txt | sed p

Ou seja, o SED lendo da entrada padrão o conteúdo do arquivo texto.txt via duto |, aplica o comando p para todas as linhas do arquivo, ou seja, as duplica.

3.2.2. Outros exemplos

Um outro exemplo do SED com opções e recebendo um arquivo como parâmetro seria:

prompt$ sed -n p texto.txt

E ainda, agora especificando um endereço para o comando p:

prompt$ sed -n 5p texto.txt

Ou seja, este comando imprime apenas a linha 5 do texto.txt

3.3. Como executá-lo

A execução do SED é igual a de outro aplicativo qualquer de manipulação de texto, aceitando como parâmetro um nome de arquivo, ou na falta deste, lê o texto da entrada padrão, via duto | ou redirecionamento <.

E como dica geral SEMPRE coloque os comandos do SED entre aspas simples '', para evitar que o shell os interprete erroneamente. Veja mais detalhes no tópico Sed e shell

prompt$ sed 'p' texto.txt
prompt$ cat texto.txt | sed 'p'
prompt$ sed 'p' < texto.txt

Com outra opção ainda, pode-se executar diretamente um arquivo com comandos sed. Para mais informações, veja o tópico Tornando arquivos sed executáveis


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